quarta-feira, 13 de novembro de 2019

Orçamento para 2020, tudo igual!


Orçamento para 2020, tudo igual!


Parte 1
 Hoje 13 de Novembro, houve uma Audiência na Câmara Municipal de Foz do Iguaçu sobre os recursos que a cidade vai receber e como ela vai usar esse dinheiro em 2020. Em 2020 haverá eleições. De início deixam claro que as despesas com o funcionalismo na saúde, ocupa 25% do orçamento. Outros 20% ficam por conta dos funcionários públicos da educação. E 15% fica por conta da previdência [...] desses dois grupos. Até aí, já foram 60% de 1 bilhão e duzentos e vinte e dois mil reais. Ai, tem os servidores ativos que consomem 521 milhões de reais mais 135 milhões de benefícios previdenciários. Acabou o orçamento [...]. Depois disso, vem efeitos colaterais, como os 104 milhões anuais dos royalties da transformadora de energia [...] elétrica. É um valor anual variável, na ordem de 100 mil reais a mais ou, a menos de 104 milhões de reais. Insignificante. Outro fenômeno notável acontece na saúde [...] dos trezentos e tantos milhões, pagos aos funcionários da saúde, 99 e não 100, 99 milhões, vem dos governos do Estado e Federal, os outros 211 milhões, conforme disse o secretário da pasta, são “recursos próprios”. Por fim e, no final das contas ... o governo afirma que fará um investimento de 106 milhões em 2020.

Sugiro ao Prefeito que faça o dinheiro aparecer dando serviço ao pequeno parque industrial na confecção de Estufas de Alimentos nos bairros [...] é só uma sugestão, considerando também que: "acordo com coveiro é o tamanho da cova".



Uma sindicalista do Sismufi, que “representa” frações da corporação municipal dos funcionários <<ativos>>, que não são professores, nem médicos, nem secretários, nem cargos “especiais”, mesmo para jovens, indicados por pais importantes [...], ela alegou que 2000 mil funcionários recebem 1.630,00 reais [...] dando a entender que o salário era baixo. Mas, peca, quando <<esconde>> os benefícios, o que derruba a sua argumentação. Não soube considerar a realidade que vive o País, quando no Setor Privado, nem é mais importante o salário, mas os subsídios! De fato, <<o subsídio>> foi a forma encontrada (pelos bancos/dinastias) de tirar o <<dinheiro>> da pessoa, em nome de <<ajuda>>, na verdade, um volume de dinheiro que vai para monopólios; os mais destacados são o transporte e mercados ou, alimentação.

Outro fato curioso desconhecido ao povo em geral é chamado de forma íntima ao poder de: ITBI. Seja como for, esse <<imposto sobre transferência de imóveis>>, rendeu aos cofres da prefeitura 120 milhões de reais/ano, 16 milhões à mais que os royalties. Bem, se, só a <<transferência>> rendeu 120 milhões de reais, imagine o quanto foi <<transferido>>? Ou, qual não terá sido a quantidade absurda de imóveis transferidos ou ainda, cada imóvel custou muito mais que o “olho da cara”. Seja como for, creio que essa seja a origem <<interna ao município>>, dos donatários de terras e políticos [...], do princípio da “bolha econômica imobiliária”. Isso foi criado por eles, a partir do festim [...] da habitação criado pelo governo petista. Isso pode ser considerado crime econômico. Obviamente é um assunto <<velado>> assim como o assunto: <<recursos das Cataratas>>. Ou seja, desses assuntos, conhecemos apenas os <<efeitos>>. O senhor Agenor, creio de um sindicato do Morumbi, na área de habitação disse que 50% dos trabalhadores da cidade são do Setor Privado e ganham exatamente um salário [...] e mais benefícios e estão impossibilitados de comprarem terrenos. Ninguém respondeu a isso.
Na sala do senhor Edílio apareceu um secretário do ambiente da receita. Edílio à propósito, lhe perguntou sobre o orçamento [...], como se eu [...], lhe fosse perguntar algo, a respeito [...] e se antecipou pela oportunidade da presença do secretário. O secretário deu as mesmas explicações que o leitor acabou de ler acima. Claro, sempre afirmando “que as pessoas dizem coisas sem saber do que estão falando”. Edílio confirma o vaticínio do secretário. E sob essa ótica, lógica, matemática, não há o que se questionar. Não obstante, fiz ver que a questão, não é a lógica de uma forma determinada que está errada, mas, a forma mesma. Basta dizer que todo o orçamento é direcionado a folha de pagamentos de funcionários públicos. Seria o mesmo que dizer: “que é necessário [...] que haja muitos doentes para que a saúde continue existindo”.  

Parte 2
A conclusão é simples. Não há dinheiro algum para <<investimento estrutural>> que possa mudar para melhor o presente quadro: de devassa do capital de circulação no ambiente privado, desemprego ou, emprego no limite da servilidade (no Setor Privado e misto); abandono de galpões, troca-troca de terrenos para fazer caixa; aumento estratégico das “ações sociais” para diminuir até zero, o dinheiro nas mãos das pessoas [...] de fora do “guarda-chuvas do Estado”; uso do expediente criminoso da ilegalidade – tanto de quem pratica o contrabando, quanto de quem “prende” a mercadoria [...] desde, a implantação do mercado chinês no país vizinho, com o apoio do Brasil e da ONU! E não sei, se como idiotas, ou cúmplices, ficam radiantes [...] quando conseguem <<manter a capacidade de investimentos>>.
Todo dinheiro juntado, tirado do bolso de cada pessoa deveria servir à sociedade como um todo. Ora, isso parece uma propaganda política. E sabe porque parece uma propaganda? Porque não é verdade que isso aconteça e todo mundo sabe disso. E não queira procurar culpados para isso em uma câmara municipal ou, em cada associação ou conselho seja do que for. Aí entra a questão da mídia [...], como reguladora cultural que é a responsável, pelos “pingos nos is” - plagiando a J.Pan - até para interpretar isso, aos políticos [...]. Mas pasmem, não havia na Audiência Pública um representante da ACIFI que congrega mais de 20 entidades [...] de desenvolvimento [...], também não havia ninguém do Observatório Social, para se manifestar [...], fiz questão de comprovar isso na mesa de inscrições! Isso mede a importância do ato, para eles mesmos.
Ora, os políticos, os secretários, assessorias, até os sindicatos, não querem o mal das pessoas da sua cidade [...], mas, acabam achando, que o bem, o interessante para a propaganda política [...] são as <<ações sociais>>, que precisamente colocam as pessoas como objetos, ou animais adotados. E isso não pode ser bom, nem humano. E não é humano porque as <<ações sociais>>, são apenas mais um <<negócio de Estado>> e controle social. Como se, já vivessem em uma espécie de Gulag soviético! Ou favelas sociais. E eles do governo estão decidindo isso e não outras coisas que poderiam ser prósperas imediatamente, tão logo aplicadas por essas pessoas no seu cotidiano.  

Parte 3
Claro que existem outras formas de se ver a mesma coisa. Hitler percebeu que o Nazismo, a ideia ariana, ela não conseguiria e não entraria nos países [...] na forma, como por exemplo, a ideia Comunista de China, entrou <<na forma econômica>>, na América do Sul, sob o controle de organizações internacionais e poderes dinastas.




Não porque a ideia Comunista é melhor que o Nazismo porque não é. É a mesmíssima ideia totalitária. O que modifica é seu público alvo de <<controle social e concentração>>, que são os pobres. Coisa que, por exemplo, não é a função da maçonaria! Esse sempre foi o papel dos comunistas. Agora mesmo, estão criando o “negócio social”, como uma estratégia da “nova ordem mundial”. Na Alemanha não havia essa condição, pelo caráter do povo alemão, que nunca aceitariam esmolas [...] aceitaram a guerra. De outra forma, Hitler não entraria na guerra para perder [...], considerando que quisesse a prosperidade do povo ariano, mas, para a Alemanha prosperar também não poderia ser Alemanha [...], mas sim, as empresas do regime nazista! Hitler repassou às empresas toda a riqueza alemã e elas prosperaram em outros países, como qualquer outra empresa. E o nazismo prosperou tanto quanto o socialismo e cada qual cumprindo o seu papel previamente determinado. A NASA foi criada em 1956 com parte dos cientistas nazistas, a outra parte de cientistas, nunca foram encontrados [...]. Assim, vemos uma Europa Ocidental que seguiu o mesmo rumo de Hitler para as grandes fortunas [...] e, o Socialismo para o controle social. A invasão islâmica não é ao acaso. Falávamos de “formas” de se ver as coisas. 


Dito isso, sob quais outras óticas, se pode analisar o histórico do desenvolvimento de F. do Iguaçu e região? Por exemplo, como se explicaria a construção de uma 2ª. ponte e uma eventual 3ª. ponte, como garantia da 2ª. [...], ligando o Brasil ao Paraguai, quando o furor [...] do mercado chinês e as dinastias [...] mudaram sua estratégia e o que resta de mercado, de interesse da América do Sul, é <<a soja>>, que no mercado internacional está em “queda livre”? Devido ao <<desastre hormonal>> que aconteceu em Europa. Talvez tenha sido desastre, talvez, estratégia de mudança de comportamento. Depois, a soja é brasileira e porque teria que ir para o Paraguai? Fato é, que para o Brasil e o brasileiro, o mais importante, o mais estável, o mais seguro, seria Estradas de Ferro de transporte de PASSAGEIROS e cargas. Bem, isso foi um exemplo.
Quando você desloca o eixo do desenvolvimento do que seria substancial para o que é hipotético [...], você cria um fenômeno que tem que alimentar constantemente com propagandas. A Itaipu, faz isso desde sempre para aquilo que não é sua <<missão>>. O desenvolvimento concreto é visível, não precisa de propagandas de convencimento. Ele é útil, facilita a vida das pessoas. Quantas vezes, o leitor não ouviu dizer que: “no Brasil é muito difícil de se viver”. Ora isso é verdade. Veja o exemplo da <<herança>>. Os “ricos”, conseguem passar herança aos filhos, os pobres, não! E isso não é ao acaso, mas uma estratégia de impossibilitar a <<passagem>> de heranças. E de forma curiosa, quando acontece, <<a herança>> é fatiada entre os parentes. Ou seja, o ímpeto inicial do sentido mesmo de <<família>>, já foi diluído, antes mesmo da herança e nem se percebeu isso. E o que criou isso, foi a dificuldade de se viver no Brasil. Quem não sabe que o brasileiro vive de fingimento? Ora, as dinastias têm histórias de milhares de anos! Ao homem comum não é sequer, dado o direito de nenhuma história.
Em síntese, o desenvolvimento do Brasil foi determinado pelas grandes dinastias: um país <<eminentemente agrícola>>. E o Brasil acreditou nisso. O desenvolvimento do Paraná é fundado nas cooperativas que deram certo, às classes mais abastadas e, a economia nacional. O governo do Paraná tentou recorrer ao “Vale do Silício” como recurso econômico e ativação de um parque tecnológico real [...], mas, certamente teve diminuída, as suas expectativas.


 O desenvolvimento de Foz do Iguaçu está nas dependências do interesse da Integração Latino Americana, até como uma exigência da “Nova Ordem Mundial”, com o intuito de controle e concentração de massas, por isso o novo negócio do Estado: as, <<Ações Sociais>>, que substitui os empregos [...], assim como vem acontecendo com bolsa família, que ironicamente indenizou milhares de funcionários públicos [...] e, o MST que se mostrou um embuste guerrilheiro. A isso me refiro quando falo de visão hipotética do mundo. E isso demonstra uma irrealidade subsidiada por <<ideias>> de consumo da vida humana a um custo mínimo.




  

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