Dias Toffoli,
abre evento em Foz, Alcolumbre e Maia acompanham
O presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias
Toffoli, estará nesta segunda (11) em F. do Iguaçu, para a abertura do 1º
Congresso Internacional dos Tribunais de Contas. O evento prossegue até quinta
e terá participação dos presidentes do Senado e da Câmara.
Toffoli participa do congresso, menos
de uma semana após comandar a sessão do STF, que derrubou a prisão após a
condenação em segunda instância.
A votação no STF beneficiou o senhor Inácio, preso há 580 dias na
Superintendência da Polícia Federal em Curitiba.
Nos próximos dias, Maia e Alcolumbre,
devem colocar em discussão uma Proposta de Emenda Constituição que altera o
artigo 5º da Carta Magna.
O
congresso do Tribunais de Contas em Foz do Iguaçu, realizada com apoio do TC do
Paraná, acontece no Hotel Bourbon Cataratas. O evento é resultado da parceria
entre as principais
entidades representativas do sistema brasileiro de <<controle externo>>: Instituto Rui Barbosa (IRB), Associação dos
Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon), Associação Nacional dos
Ministros e Conselheiros Substitutos dos Tribunais de Contas (Audicon) e
Associação Brasileira dos Tribunais de Contas dos Municípios (Abracon).
Ora, é sabido que Hitler,
<<distribuiu a riqueza da Alemanha entre indústrias, dezenas delas, como:
Wolks, Hugo Boss, Siemens, IBM Et cetera>>. Afinal, se a Alemanha
Nazista, não conseguiria entrar nos diversos países do mundo, as <<empresas>>
poderiam!
No Brasil o “movimento do
comunismo internacional e, a maçonaria”, repartiram um grande volume de
dinheiro em cargos no Estado e obras. A “grande indústria brasileira foram as
empreiteiras. Como negar que o mensalão, o petrolão, as construções em América
do Sul (pedreiros ou, empreiteiras) não foram uma distribuição de recursos? Que
ora, salvam <<o sistema deles>>, porque têem muito dinheiro para fazer campanha política. Ao povo político do
socialismo, ainda restou migalhas do botim, mas migalhas na <<forma
condicional e concorrente>>, considerando que seu ambiente de trabalho [é] o ambiente do Estado, Autarquias e
Agregados [...] e ele tem limites. Se não agora, depois!
O que se conhece como
<<nacionalismo>>, demonstrado
nas <<grandes manifestações>>, ele está restrito às grandes
manifestações, quando acontecem. Não há organização da direita. Na verdade, os
nacionalistas, nos diretórios dos partidos e, em postos de importância,
preferem [...], arriscar os destinos do País, como se estivessem jogando
<<poker no cassino>>, e tudo o que possa acontecer, pensam, [...]
não mudara seu <<destino de funcionários públicos concursado>>, que tem a população, como oposição
[...], e na pior das hipóteses até o socialismo ou governo totalitário lhes
parece uma opção, desde que se mantenham discretos.






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