terça-feira, 12 de novembro de 2019

Estratégias




Dias Toffoli, abre evento em Foz, Alcolumbre e Maia acompanham

O presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, estará nesta segunda (11) em F. do Iguaçu, para a abertura do 1º Congresso Internacional dos Tribunais de Contas. O evento prossegue até quinta e terá participação dos presidentes do Senado e da Câmara.

Toffoli participa do congresso, menos de uma semana após comandar a sessão do STF, que derrubou a prisão após a condenação em segunda instância. A votação no STF beneficiou o senhor Inácio, preso há 580 dias na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba. 

Nos próximos dias, Maia e Alcolumbre, devem colocar em discussão uma Proposta de Emenda Constituição que altera o artigo 5º da Carta Magna.

O congresso do Tribunais de Contas em Foz do Iguaçu, realizada com apoio do TC do Paraná, acontece no Hotel Bourbon Cataratas. O evento é resultado da parceria entre as principais entidades representativas do sistema brasileiro de <<controle externo>>: Instituto Rui Barbosa (IRB), Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon), Associação Nacional dos Ministros e Conselheiros Substitutos dos Tribunais de Contas (Audicon) e Associação Brasileira dos Tribunais de Contas dos Municípios (Abracon).



Ora, é sabido que Hitler, <<distribuiu a riqueza da Alemanha entre indústrias, dezenas delas, como: Wolks, Hugo Boss, Siemens, IBM Et cetera>>. Afinal, se a Alemanha Nazista, não conseguiria entrar nos diversos países do mundo, as <<empresas>> poderiam!
No Brasil o “movimento do comunismo internacional e, a maçonaria”, repartiram um grande volume de dinheiro em cargos no Estado e obras. A “grande indústria brasileira foram as empreiteiras. Como negar que o mensalão, o petrolão, as construções em América do Sul (pedreiros ou, empreiteiras) não foram uma distribuição de recursos? Que ora, salvam <<o sistema deles>>, porque têem muito dinheiro para fazer campanha política. Ao povo político do socialismo, ainda restou migalhas do botim, mas migalhas na <<forma condicional e concorrente>>, considerando que seu ambiente de trabalho [é] o ambiente do Estado, Autarquias e Agregados [...] e ele tem limites. Se não agora, depois!

O que se conhece como <<nacionalismo>>, demonstrado nas <<grandes manifestações>>, ele está restrito às grandes manifestações, quando acontecem. Não há organização da direita. Na verdade, os nacionalistas, nos diretórios dos partidos e, em postos de importância, preferem [...], arriscar os destinos do País, como se estivessem jogando <<poker no cassino>>, e tudo o que possa acontecer, pensam, [...] não mudara seu <<destino de funcionários públicos concursado>>, que tem a população, como oposição [...], e na pior das hipóteses até o socialismo ou governo totalitário lhes parece uma opção, desde que se mantenham discretos. 




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