Orçamento para 2020, tudo igual!
Parte 1
Hoje 13 de
Novembro, houve uma Audiência na Câmara Municipal de Foz do Iguaçu sobre os
recursos que a cidade vai receber e como ela vai usar esse dinheiro em 2020. Em
2020 haverá eleições. De início deixam claro que as despesas com o
funcionalismo na saúde, ocupa 25% do orçamento. Outros 20% ficam por conta dos
funcionários públicos da educação. E 15% fica por conta da previdência [...]
desses dois grupos. Até aí, já foram 60% de 1 bilhão e duzentos e vinte e dois
mil reais. Ai, tem os servidores ativos que consomem 521 milhões de reais mais
135 milhões de benefícios previdenciários. Acabou o orçamento [...]. Depois
disso, vem efeitos colaterais, como os 104 milhões anuais dos royalties da
transformadora de energia [...] elétrica. É um valor anual variável, na ordem
de 100 mil reais a mais ou, a menos de 104 milhões de reais. Insignificante.
Outro fenômeno notável acontece na saúde [...] dos trezentos e tantos milhões,
pagos aos funcionários da saúde, 99 e não 100, 99 milhões, vem dos governos do
Estado e Federal, os outros 211 milhões, conforme disse o secretário da pasta,
são “recursos próprios”. Por fim e, no final das contas ... o governo afirma
que fará um investimento de 106 milhões em 2020.
Sugiro ao Prefeito que faça o dinheiro aparecer dando serviço ao pequeno parque industrial na confecção de Estufas de Alimentos nos bairros [...] é só uma sugestão, considerando também que: "acordo com coveiro é o tamanho da cova".
Uma sindicalista do Sismufi, que “representa” frações da corporação municipal dos funcionários <<ativos>>, que não são professores, nem médicos, nem secretários, nem cargos “especiais”, mesmo para jovens, indicados por pais importantes [...], ela alegou que 2000 mil funcionários recebem 1.630,00 reais [...] dando a entender que o salário era baixo. Mas, peca, quando <<esconde>> os benefícios, o que derruba a sua argumentação. Não soube considerar a realidade que vive o País, quando no Setor Privado, nem é mais importante o salário, mas os subsídios! De fato, <<o subsídio>> foi a forma encontrada (pelos bancos/dinastias) de tirar o <<dinheiro>> da pessoa, em nome de <<ajuda>>, na verdade, um volume de dinheiro que vai para monopólios; os mais destacados são o transporte e mercados ou, alimentação.
Na sala do
senhor Edílio apareceu um secretário do ambiente da receita. Edílio à propósito,
lhe perguntou sobre o orçamento [...], como se eu [...], lhe fosse perguntar
algo, a respeito [...] e se antecipou pela oportunidade da presença do
secretário. O secretário deu as mesmas explicações que o leitor acabou de ler
acima. Claro, sempre afirmando “que as pessoas dizem coisas sem saber do que
estão falando”. Edílio confirma o vaticínio do secretário. E sob essa ótica,
lógica, matemática, não há o que se questionar. Não obstante, fiz ver que a
questão, não é a lógica de uma forma determinada que está errada, mas, a forma
mesma. Basta dizer que todo o orçamento é direcionado a folha de pagamentos de
funcionários públicos. Seria o mesmo que dizer: “que é necessário [...] que
haja muitos doentes para que a saúde continue existindo”.
Parte 2
A conclusão é
simples. Não há dinheiro algum para <<investimento estrutural>> que
possa mudar para melhor o presente quadro: de devassa do capital de circulação no ambiente privado, desemprego ou, emprego no limite da servilidade (no Setor Privado e misto); abandono de galpões, troca-troca
de terrenos para fazer caixa; aumento estratégico das “ações sociais” para diminuir até zero, o dinheiro nas mãos das
pessoas [...] de fora do “guarda-chuvas do Estado”; uso do expediente criminoso
da ilegalidade – tanto de quem pratica o contrabando,
quanto de quem “prende” a mercadoria
[...] desde, a implantação do mercado chinês no país vizinho, com o apoio do Brasil e da ONU! E não
sei, se como idiotas, ou cúmplices, ficam radiantes [...] quando conseguem
<<manter a capacidade de investimentos>>.
Todo dinheiro
juntado, tirado do bolso de cada pessoa deveria servir à sociedade como um
todo. Ora, isso parece uma propaganda política. E sabe porque parece uma
propaganda? Porque não é verdade que isso aconteça e todo mundo sabe disso. E
não queira procurar culpados para isso em uma câmara municipal ou, em cada associação ou conselho seja do que for. Aí entra a questão da mídia [...], como reguladora cultural que é a responsável, pelos “pingos nos is” - plagiando a J.Pan - até para
interpretar isso, aos políticos [...]. Mas pasmem, não havia na Audiência
Pública um representante da ACIFI que congrega mais de 20 entidades [...] de
desenvolvimento [...], também não havia ninguém do Observatório Social, para se manifestar [...], fiz questão de
comprovar isso na mesa de inscrições! Isso mede a importância do ato, para eles
mesmos.
Ora, os políticos, os
secretários, assessorias, até os sindicatos, não querem o mal das pessoas da
sua cidade [...], mas, acabam achando, que o bem, o interessante para a
propaganda política [...] são as <<ações sociais>>, que
precisamente colocam as pessoas como objetos, ou animais adotados. E isso não
pode ser bom, nem humano. E não é humano porque as <<ações
sociais>>, são apenas mais um <<negócio de Estado>> e
controle social. Como se, já vivessem em uma espécie de Gulag soviético! Ou
favelas sociais. E eles do governo estão decidindo isso e não outras coisas que
poderiam ser prósperas imediatamente, tão logo aplicadas por essas pessoas no
seu cotidiano.
Parte 3
Claro que existem outras
formas de se ver a mesma coisa. Hitler percebeu que o Nazismo, a ideia ariana,
ela não conseguiria e não entraria nos países [...] na forma, como por exemplo,
a ideia Comunista de China, entrou <<na forma econômica>>, na
América do Sul, sob o controle de organizações internacionais e poderes
dinastas.
Não porque a ideia Comunista é melhor que o Nazismo porque não é. É a mesmíssima ideia totalitária. O que modifica é seu público alvo de <<controle social e concentração>>, que são os pobres. Coisa que, por exemplo, não é a função da maçonaria! Esse sempre foi o papel dos comunistas. Agora mesmo, estão criando o “negócio social”, como uma estratégia da “nova ordem mundial”. Na Alemanha não havia essa condição, pelo caráter do povo alemão, que nunca aceitariam esmolas [...] aceitaram a guerra. De outra forma, Hitler não entraria na guerra para perder [...], considerando que quisesse a prosperidade do povo ariano, mas, para a Alemanha prosperar também não poderia ser Alemanha [...], mas sim, as empresas do regime nazista! Hitler repassou às empresas toda a riqueza alemã e elas prosperaram em outros países, como qualquer outra empresa. E o nazismo prosperou tanto quanto o socialismo e cada qual cumprindo o seu papel previamente determinado. A NASA foi criada em 1956 com parte dos cientistas nazistas, a outra parte de cientistas, nunca foram encontrados [...]. Assim, vemos uma Europa Ocidental que seguiu o mesmo rumo de Hitler para as grandes fortunas [...] e, o Socialismo para o controle social. A invasão islâmica não é ao acaso. Falávamos de “formas” de se ver as coisas.
Não porque a ideia Comunista é melhor que o Nazismo porque não é. É a mesmíssima ideia totalitária. O que modifica é seu público alvo de <<controle social e concentração>>, que são os pobres. Coisa que, por exemplo, não é a função da maçonaria! Esse sempre foi o papel dos comunistas. Agora mesmo, estão criando o “negócio social”, como uma estratégia da “nova ordem mundial”. Na Alemanha não havia essa condição, pelo caráter do povo alemão, que nunca aceitariam esmolas [...] aceitaram a guerra. De outra forma, Hitler não entraria na guerra para perder [...], considerando que quisesse a prosperidade do povo ariano, mas, para a Alemanha prosperar também não poderia ser Alemanha [...], mas sim, as empresas do regime nazista! Hitler repassou às empresas toda a riqueza alemã e elas prosperaram em outros países, como qualquer outra empresa. E o nazismo prosperou tanto quanto o socialismo e cada qual cumprindo o seu papel previamente determinado. A NASA foi criada em 1956 com parte dos cientistas nazistas, a outra parte de cientistas, nunca foram encontrados [...]. Assim, vemos uma Europa Ocidental que seguiu o mesmo rumo de Hitler para as grandes fortunas [...] e, o Socialismo para o controle social. A invasão islâmica não é ao acaso. Falávamos de “formas” de se ver as coisas.
Dito isso, sob quais outras
óticas, se pode analisar o histórico do desenvolvimento de F. do Iguaçu e
região? Por exemplo, como se explicaria a construção de uma 2ª. ponte e uma
eventual 3ª. ponte, como garantia da 2ª. [...], ligando o Brasil ao Paraguai,
quando o furor [...] do mercado
chinês e as dinastias [...] mudaram sua estratégia e o que resta de mercado, de
interesse da América do Sul, é <<a soja>>, que no mercado
internacional está em “queda livre”? Devido ao <<desastre
hormonal>> que aconteceu em Europa. Talvez tenha sido desastre, talvez,
estratégia de mudança de comportamento. Depois, a soja é brasileira e porque
teria que ir para o Paraguai? Fato é, que para o Brasil e o brasileiro, o mais
importante, o mais estável, o mais seguro, seria Estradas de Ferro de
transporte de PASSAGEIROS e cargas. Bem, isso foi um exemplo.
Quando você desloca o eixo
do desenvolvimento do que seria substancial para o que é hipotético [...], você
cria um fenômeno que tem que alimentar constantemente com propagandas. A
Itaipu, faz isso desde sempre para aquilo que não é sua <<missão>>.
O desenvolvimento concreto é visível, não precisa de propagandas de
convencimento. Ele é útil, facilita a vida das pessoas. Quantas vezes, o leitor
não ouviu dizer que: “no Brasil é muito difícil de se viver”. Ora isso é
verdade. Veja o exemplo da <<herança>>. Os “ricos”, conseguem
passar herança aos filhos, os pobres, não! E isso não é ao acaso, mas uma
estratégia de impossibilitar a <<passagem>> de heranças. E de forma
curiosa, quando acontece, <<a herança>> é fatiada entre os
parentes. Ou seja, o ímpeto inicial
do sentido mesmo de <<família>>, já foi diluído, antes mesmo da
herança e nem se percebeu isso. E o que criou isso, foi a dificuldade de se
viver no Brasil. Quem não sabe que o brasileiro vive de fingimento? Ora, as
dinastias têm histórias de milhares de anos! Ao homem comum não é sequer, dado
o direito de nenhuma história.
Em síntese, o
desenvolvimento do Brasil foi determinado pelas grandes dinastias: um país
<<eminentemente agrícola>>. E o Brasil acreditou nisso. O
desenvolvimento do Paraná é fundado nas cooperativas que deram certo, às
classes mais abastadas e, a economia nacional. O governo do Paraná tentou recorrer ao “Vale do Silício” como recurso
econômico e ativação de um parque tecnológico real [...], mas, certamente teve diminuída, as suas expectativas.
O desenvolvimento de Foz do Iguaçu está nas dependências do interesse da Integração Latino Americana, até como uma exigência da “Nova Ordem Mundial”, com o intuito de controle e concentração de massas, por isso o novo negócio do Estado: as, <<Ações Sociais>>, que substitui os empregos [...], assim como vem acontecendo com bolsa família, que ironicamente indenizou milhares de funcionários públicos [...] e, o MST que se mostrou um embuste guerrilheiro. A isso me refiro quando falo de visão hipotética do mundo. E isso demonstra uma irrealidade subsidiada por <<ideias>> de consumo da vida humana a um custo mínimo.

Excelente artigo!
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